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Direito e Inteligência Artificial

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Já ouviu falar em Inteligência Artificial? Então é melhor ficar atento, pois essa tendência irá facilitar e otimizar rotinas de trabalho, inclusive no Direito.

Diferente do que muitas pessoas pensam, a Inteligência Artificial não vai “roubar” o emprego dos seres humanos, mas sim, por mais incrível que pareça, tornar o trabalho deles cada vez mais “humano”.

O que significa Inteligência Artificial?

A Inteligência Artificial é uma tecnologia que permite que uma máquina ou um sistema simule o pensamento humano, sendo capaz não só de automatizar processos, como também avaliar e resolver problemas, reduzir falhas e tomar decisões.

Não se confunda!

Automatização de processos é uma coisa, Inteligência Artificial é outra. Se antes a digitalização e o armazenamento virtual de planilhas e processos já deixavam o trabalho muito mais rápido e eficiente, com a Inteligência Artificial isso ficará ainda melhor.

Acelerando processos operacionais, sobra tempo para que as pessoas possam fazer outras tarefas pertinentes ao seu trabalho, principalmente aquelas que nenhuma máquina pode fazer: interpretar subjetividades, lidar com empatia em situações adversas, agir de acordo com questões éticas e usufruir do pensamento crítico.

 Onde está o Direito nesse cenário?

O Direito é afetado por pelo menos dois fatores: por um lado ele é chamado para responder às demandas sociais decorrentes das novas tecnologias, por outro, ele tem seu próprio funcionamento reconfigurado, de tal forma que, juízes, procuradores e outros profissionais, podem ter mais tempo para o que eles devem fazer realmente, ou seja, o trabalho intelectual.

A Inteligência Artificial, que surgiu e está se desenvolvendo a partir dessa demanda, já realiza processos cognitivos que a permitem entender, racionalizar, aprender e interagir. Os escritórios de advocacia, por exemplo, já estão utilizando-a como um suporte para os advogados em processos judiciais repetitivos e que têm um grande volume de dados para serem analisados.

Além disso, a comunidade também ganha, e muito, com essa aceleração de processos. Usando a Inteligência Artificial para escalar o atendimento e reduzir as horas trabalhadas, os profissionais da área podem baratear os custos de seus serviços para a população. Não apenas deixando mais acessíveis, como também mais assertivos os processos e o trabalho.

O judiciário também está buscando, com essa tecnologia, aprimorar seu trabalho e seus resultados. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ),  em recente parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), está desenvolvendo algoritmos que irão auxiliar os tribunais na gestão da tramitação processual, com o propósito de identificar falhas e contribuir para a rotina da justiça, especialmente no que se refere aos prazos e na eficiência da resolução dos casos. 

Não será possível, em um futuro próximo, trabalhar em carreiras jurídicas sem compreender e utilizar as novas tecnologias. Dessa forma, quanto mais você estiver preparado para lidar com novas tecnologias, mais qualificado você está para o mercado.

E você, tem se preparado para o futuro? Confira aqui se você tem as soft skills que o mercado de trabalho procura.

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